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Marechal Thaumaturgo adere a campanha mundial de conscientização sobre violência a pessoa idosa

“Respeitar a pessoa idosa é tratar o próprio futuro com respeito”.


O Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa foi criado no ano de 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa. O objetivo da data é promover a conscientização sobre o crescente número de idosos que são acometidos por algum tipo de violência. Além disso, a iniciativa propõe acender o debate em busca de recursos e estratégias que atuem de forma a proteger as pessoas idosas.



E a Prefeitura de Marechal Thaumaturgo sob a gestão do Prefeito Isaac Piyãko e do vice-prefeito Valdélio Furtado através da Secretaria de Assistência Social junto do CRAS Dona Ida de Oliveira e Centro de Convivência da Pessoa Idosa não ficou de fora dessa luta, e aderiu e está promovendo ações que remetem a tão importante iniciativa de abrangência global.


No momento que mundo todo vive os dias inseguros da pandemia causada pela COVID-19, há uma preocupação muito grande por parte da gestão pública municipal de Marechal Thaumaturgo através da pasta de Assistência Social, com os amigos da terceira idade que precisam ficar dentro de casa em tempo de isolamento social.


A campanha visa alertar toda população thaumaturguense para que denuncie qualquer ato de violência e desrespeito contra a pessoa idosa. Dentre as ações realizadas no município estão: cartazes informativos fixados em órgãos e espaços públicos, divulgação em mídias/redes sociais, informações na rádio local, uso camisetas e máscaras personalizas por parte da equipe da Secretaria de Assistência Social, dentre outras ações.


VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS


A violência contra a pessoa idosa pode ser definida como qualquer ato, ou ainda a ausência de uma ação, que cause danos ou incômodo à pessoa idosa. Para ser considerada como violência contra o idoso o ato pode ser único ou repetitivo e deve acontecer em uma relação em que haja expectativa de confiança.


Estão entre os casos mais comuns os abusos psicológicos, abusos financeiros, negligência, abusos físicos e os abusos sexuais.


Em pesquisa, a OMS descobriu que quase 16% das pessoas com 60 anos ou mais foram submetidas a abusos psicológicos (11,6%), abusos financeiros (6,8%), negligência (4,2%), abusos físicos (2,6%) ou abusos sexuais (0,9%).


O abuso psicológico é o mais sutil e inclui comportamentos que prejudicam a autoestima ou o bem-estar do idoso, entre eles xingamentos, sustos, constrangimento, destruição de propriedades ou impedimento de que vejam amigos e familiares.


O abuso financeiro inclui o uso ilegal de dinheiro, propriedade ou ativos de uma pessoa idosa, enquanto a negligência envolve a falha no atendimento de suas necessidades básicas, como alimentação, habitação, vestimentas e cuidados médicos.


Entre os efeitos do abuso à saúde estão lesões traumáticas e dor, assim como depressão, estresse e ansiedade. A violência contra idosos pode levar a um risco aumentado de colocação em institutos de longa permanência para idosos, uso de serviços de emergência, hospitalização e morte.


DISQUE 100 E DENUNCIE!


As denúncias de violência contra idosos podem ser feitas pelo Disque 100, que funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.


As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular), bastando discar 100.


O serviço pode ser considerado como “pronto socorro” dos direitos humanos pois atende também graves situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes, possibilitando o flagrante.


Para registrar a denúncia, é necessário informar quem sofre a violência (vítima), qual tipo violência (violência física, psicológica, maus tratos, abandono, etc.), quem pratica a violência (suspeito), como chegar ou localizar a vítima/suspeito, endereço (estado, município, zona, rua, quadra, bairro, número da casa e ao menos um ponto de referência), há quanto tempo ocorreu ou ocorre a violência (frequência), qual o horário, em qual local, como a violência é praticada?, qual a situação atual da vítima e se algum órgão foi acionado.



Por: Cleudon França – Assecom/PMMTH. Fotos: Centro de Referência de Assistência Social (CRAS Dona Ida de Oliveira).

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